Menos “consciência” negra. Mais vergonha na cara!!!

taís-araújo

Algumas coisas são difíceis de explicar, mas fáceis de entender.

Quando William Waack fez aquele comentário inconveniente frente a uma câmera de TV ele não estava se referindo necessariamente à cor da pele do indivíduo como fator determinante de suas ações, mas sim a um nicho culturalmente pobre e desprovido de conhecimento cada vez mais evidente no Brasil, no qual a grande maioria dos negros está inserido – isso não é uma suspeita, é uma constatação!

Independentemente de ser essa inserção uma consequência histórica ou uma programação maquiavélica de longo prazo elaborada pelos arquitetos globalistas, com o propósito específico de promover o caos social por meio das diferenças naturais, o fato é que a favelização das coisas e o culto à pobreza, ao vitimismo e ao banditismo no Brasil se tornaram algo da mais absoluta relevância e prioridade nesse país, colocando a todos os indivíduos numa perigosa zona de vigilância do pensamento e cerceamento da liberdade de expressão.

Segundo o último censo do IBGE, a população negra do país corresponde hoje a 54% dos brasileiros. Cabe pontuar que 17% destes são literalmente ricos. A partir daí podemos constatar que a verdadeira face da desigualdade no Brasil não está necessariamente ligada à cor da pele, mas sim às classes econômicas. Ou seja, desigualdade existe por todos os lados, inclusive entre os próprios negros.

Contudo, a discrepância não se resume a isso: Aqui tem muito negro rico se fazendo de vítima, especialmente os negros da classe artística, os quais se lançam desesperadamente em favor de uma agenda progressista perversa no intuito de conseguir renovar seus contratos de prazos determinados com suas emissoras e contratantes. Ademais, mentem tanto que acabam acreditando nas próprias mentiras, quando na verdade não estão, nem de longe, preocupados com os indivíduos os quais bradam defender. Para eles, bandido bom não é bandido preso, tampouco morto, mas sim bandido que seja o filho dos outros, protegidos pelo ECA e sustentados com o dinheiro dos pagadores de impostos, enquanto seus afortunados filhos estudam nas escolas particulares mais caras, isso, claro, quando não são mandados para estudar fora do país. Querem mudanças para todos, mas preservam suas estruturas familiares intactas e livres de quaisquer alterações que lhes possam causar algum prejuízo ou malefício futuro. Mas isso não é tudo: Temos ainda alguns mais descarados ocupando cadeiras parlamentares como deputados socialistas que se queixam de seus rendimentos, assim como ministros que se queixam de trabalho análogo à escravidão com o seu “injusto” – mas invejável – teto salarial de 33 mil reais por mês, mais gratificações pagas (compulsoriamente) com dinheiro do “contribuinte” – este sim, escravo de fato!

Bom, considerando os inúmeros incentivos estatais para a projeção do negro na sociedade nos últimos anos, permanecer na zona de exclusão ou marginalidade está mais para uma questão de escolha pessoal do que para uma imposição determinista histórica. Sim, caro leitor, a população negra nunca, em momento algum desse país, teve tamanhas oportunidades de ascensão como as que estão tendo agora.

Veja bem, o preconceito é inerente à natureza humana e está intimamente ligado ao modo de pensar e agir individual. O fato é que ao longo de muitas décadas o significado da palavra preconceito teve sua interpretação gradual e estrategicamente modificada no senso comum, a tal ponto de se tornar hoje um grave atentado contra o pensar e gir coletivo, o que resultou numa nova reformulação de seu significado, o qual está, por via de regra, necessariamente vinculado a alguma forma de prejuízo e/ou agressão contra um determinado grupo ou classe social. A saber: Preconceito racial, social, homossexual, de gênero… É oportuno pontuar que o preconceito também pode ser bom: “Tenho preconceito com malfeitores“. A corrente científica atual – regada a muito incentivo estatal –, a qual anda de mãos dadas com as correntes ideológicas progressistas, afirma que o preconceito é um fenômeno social e não biológico, o que é uma verdade tão mentirosa quanto as “evidências” do aquecimento global. Todavia, do ponto de vista técnico o preconceito pode ser uma ferramenta bastante útil, uma vez que nos possibilita a capacidade de discernimento, avaliação e decisão. Assim como o egoísmo se manifesta na luta pela sobrevivência e continuidade da espécie logo nos primeiros instantes da fecundação, o preconceito manifesta-se no indivíduo como forma de preservação. Contudo, cabe ao próprio indivíduo administrá-lo da maneira mais apropriada possível no meio social. Logo, é mais do que natural fazer associações de causa e efeito e nesse contexto é possível compreender a fala de William Waack sem muito assombro.

Mas afinal, quem promove toda essa epidemia desenfreada de “racismo” no Brasil? A Igreja Cristã? Os conservadores? Os coxinhas? Os batedores de panelas? Os Bolsonaros??? Vejamos: Quem não se lembra do caso do goleiro – milionário – que apareceu aos prantos no Fantástico por ter sido chamado de macaco por uma moça branca sulista durante uma partida de futebol? Quem não se lembra também da estudante negra, universitária de humanas, que reivindicou a alma de todos os brancos pelas injustiças cometidas contra os negros ao longo de anos de escravidão? E que tal um programa semanal matutino com a “Fatídica Bernardes” pondo em pauta permanente a temática dos excluídos e oprimidos? Haja vista, engana-se redondamente quem pensa que todo esse estardalhaço midiático gira apenas em torno de reconhecimento, equiparação e ajustes nos setores sociais. Não! Essa discussão se dá exclusivamente pela atuação e execução de um movimento revanchista, no qual o “ódio do bem” justifica-se pela compensação de um dívida histórica do homem branco para com o homem negro.

Mas a bizarrice não para por aí: Como se não bastasse tamanho oceano de hipocrisia e sem-vergonhice, temos agora a mais nova vítima de racismo de todos os tempos da última semana, a socialite global que anda cercada de babás e seguranças privados se queixando de racismo por não receber – ou perceber – a atenção, admiração e bajulação que julga necessário para dar mais sentido a sua vida: “A cor do meu filho faz com que as pessoas mudem de calçada.” Ora, porra! Vá pro inferno!!! Se ainda morasse na Itália ou Alemanha até daria pra engolir esse discurso gosmento, mas no Brasil… O que mais tem aqui é negro!!! A verdadeira verdade é que é muito mais provável Taís mudar de calçada quando um pobre mendigo – seja ele negro ou branco – vier ao seu encontro! Mas isso também seria impossível, já que seus seguranças evitariam prematuramente tal infortúnio. Outra coisa, quantas e quantas milhares de milhões de crianças espalhadas ao redor do mundo não gostariam de ser – mesmo que por um único dia – o filhinho “discriminado” da Tais de Araújo, cercado de toda sorte de proteção e recursos materiais??? Declarações como esta são a evidência definitiva de que pessoas egocêntricas como Taís de Araújo não conseguem enxergar nada mais além do próprio umbigo e das próprias ambições, com efeito, qualquer coisa que esteja em mínima dissonância com a sua cosmovisão – materialista – particular é passiva da crítica mais insensata possível. Sim, demostração de hipocrisia e oportunismo maior que usar o próprio filho para levantar bandeiras ideológicas não há!

A propósito, coincidência ou não, sempre que assisto na TV ou vejo nas redes sociais cenas de violência, assassinatos, latrocínio, assaltos, tráfico de drogas e tantas outras barbáries inimagináveis, a figura do negro está gritantemente presente na grande maioria das ocorrências. Isso não é por acaso! Semana passada, por exemplo, assisti no RJTV a uma matéria que falava sobre a premiação da 13ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas, que ocorreu no Teatro Municipal. Coincidência ou não, de todos os medalhistas presentes no evento eu consegui identificar apenas uma única medalhista negra, os demais eram todos brancos. Mas afinal, o que está realmente faltando para que mais jovens negros conquistem lugar de destaque em eventos como este? Mais cotas? Mais FIES? Mais PROUNIs? Mais bolsas? Mais gabinetes? Mais secretarias representativas? Mais dinheiro público? Ou estaria faltando um pouco mais de motivação e força de vontade para se destacar positivamente na sociedade? Ora! Situações discrepantes como estas são mais do que previsíveis quando temos um governo com fortes grupos e correntes de interesses escusos específicos investindo pesado em mecanismos de comunicação para desenvolver no negro aquilo que ele tem de menos valoroso. Lamentavelmente, a nova consciência negra reduziu-se à velha luta revanchista de classes.

Por fim, vivemos hoje a era da insanidade coletiva, onde o correto é negar aquilo que os seus próprios olhos enxergam, do contrário, qualquer coisa diferente disso é promover discurso de ódio em detrimento de uma determinada classe desfavorecida e oprimida. Quando decidirem trocar o dia da consciência negra pelo dia da consciência humana –civilizacional – esse racismo epidêmico decerto desaparecerá. Hoje está sobrando “consciência” negra e faltando vergonha na cara!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s