A cagalhada épica de Flavio Morgenstern!

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Certa vez li em algum canto da internet que Flavio (Azambuja Martins) Morgenstern era uma grande incógnita para muitos desde os tempos de Orkut. Eu particularmente gosto muito dos textos dele, especialmente o texto em que ele coloca Marcos Bagno debaixo do tapete, após reduzi-lo a pó com o seu preconceito linguístico. Essa talvez seja uma de suas melhores refutações, diga-se de passagem, digna de todas as estatuetas já entregues na Academia nesses últimos dez anos.

Sem julgar pela sua aparência visivelmente imponente e o seu sobrenome intimidador, Morgenstern é sem dúvida alguma um dos pouquíssimos pensadores da internet habilitados a postular para si a prerrogativa de estar sempre certo sem dar ao oponente o mínimo benefício da dúvida. Mesmo com a sua gramática impecável e a sua rara habilidade em construir argumentos que dão mais voltas que uma montanha russa, Morgenstern não poupa sentimentos ao transcrever para o papel (ou para o word) toda a letalidade capaz de fulminar o seu adversário logo nos primeiros parágrafos. É muito poder para um mortal que caga fedido como todos os demais!

Devo confessar que em alguns momentos eu já encontrei ampla dificuldade para entender certas coisas que ele escreve, e a isso atribuo a minha inata incapacidade para compreender coisas mais complexas, o que pode ser facilmente resolvido quando nos colocamos em modo automático ao lermos os seus textos entrelaçados. Todavia, não é necessário dar-se muito ao trabalho para decifrar os seus malabarismos exegéticos tendenciosos, basta apenas concordar com o que ele diz e pular para o próximo parágrafo, fingindo assim ter entendido alguma coisa. Logo, se Morgenstern diz que algo é errado então é errado e ponto final, simples assim! Ademais, como prova conclusiva da sua notória sapiência, Morgenstern sempre incrementa os seus textos com pelo menos cinco ou dez citações de nomes de autores dos quais você jamais leu e jamais lerá em toda sua existência enquanto ser humano – haja vista, desconfio que nem mesmo ele os leu. É muita magnificência para um mortal que peida fedido como todos os demais!

Contudo, o algoz Morgenstern desta vez, por alguma razão não evidente em seu texto, decidiu exumar o falecido John Lennon para esmurra-lo impiedosamente com toda a sua elucubração ácida e inquestionável. O ponto de partida para o ataque deliberado contra o defunto foi o discurso odioso e virulento de Lennon travestido de canção popular inocente, a saber, a tão famigerada Imagine. Sim, devo reconhecer que John Lennon foi tudo aquilo que Morgenstern escreveu em seu texto e mais um pouco. A própria ex-esposa de Lennon e o seu primogênito já fizeram declarações públicas a respeito do ídolo que racharia de vergonha a cara de qualquer fã que se propusesse a andar vestido com uma camiseta estampada dos Beatles no meio da multidão.

Ora! Mas o que tem a ver o cu com as calças???

Penso que quando um autor compõe uma canção, por mais patética e tosca que ela possa parecer não é ele quem decide se esta será ou não um grande hit que ocupará o “top ten” das paradas de sucesso. Imagine poderia ser uma canção como outra qualquer, mas por uma série de razões – as quais envolvem a época, o contexto político e social num dado momento e, nesse caso específico, o assassinato de Lennon – caiu no gosto popular e acabou se tornando uma espécie de hino universal da paz. Eu particularmente acho um exagero, mas aconteceu. Ademais, além da questão estritamente musical, geralmente o fã cria internamente um personagem de seu ídolo a partir dos sinais e símbolos que são captados por meio de sua obra, seja ela sonora ou visual. Logo, ninguém idolatra John Lennon por ele ser um agressor, arrogante, prepotente, um estúpido ou hipócrita, mas o idolatra justamente pelos sonhos e aspirações que ele, por meio de sua obra, consegue despertar naqueles que o acompanham. Eu concordo plenamente que essa música é melodicamente chata e que o seu teor de hipocrisia e utopia chegam a ser ultrajantes, mas nada que um controle remoto ou um botão de volume não resolvam. Ademais, associar essa música às mortes causadas pelo ateísmo advindo do comunismo é muita meninice da sua parte, hein, senhor Morgenstern!

Mas, pelo visto, a cólera gratuita de Morgenstern não se resume apenas a uma canção que tanto o irrita e desequilibra a sua atmosfera harmônica com o mundo que o cerca – friso aqui “mundo que o cerca” –, tampouco se resume à personalidade patética e controversa de John Lennon, mas estende-se inclusive aos demais membros da banda, como por exemplo o Sir. Paul McCartney, o qual fora condecorado pela Rainha Elizabeth como Membro do Império Britânico em 1965 – algo que Bruce Dickinson jamais conseguiria nem mesmo se morresse e reencarnasse 20 vezes seguidas como cantor de ópera, muito menos como metaleiro rá, rá, rá… Ademais, a metralhadora cheia de mágoas de Morgenstern alveja ainda todos os demais fãs dos Beatles, desde o mais tenro ao mais idoso, os quais são, na avaliação onisciente dele, igualmente patéticos e controversos. Ai, ai, ai…

Pessoas que crescem ouvindo Iron Maiden sabem da aventura que é viver. Pessoas que crescem tendo como referências John Lennon, Beatles… crescem pedindo paz e tolerância e votando em defensores do MST e do Estado Islâmico para cuidar dos obscurantistas. Ou viram comentaristas de política achando que gritar “democracia” e “religião pacífica” é a solução para o mundo.

Ora! Isso é uma regra para todos os fãs dos Beatles, sábio Morgenstern? Nossa! Eu não sabia que eu era assim! Acho que preciso rever minha postura o quanto antes!

Mas sejamos francos: sua música Imagine é um lixo. Bem, todas as suas músicas são… Qualquer criança com meia hora de aula de piano é capaz de tocar Imagine inteirinha sem erros.

Dominador de toda ciência linguística, política, social, psicológica, metafísica, matemática, culinária, paranormal e espiritual do universo, Morgenstern desvenda para o seu público ávido por conhecimento a estrutura rítmica risível de Imagine ao revelar que a canção possui apenas duas notas óbvias ad nauseam, quando na verdade possui oito – sem contar que ritmo e nota são duas coisas totalmente distintas; é como você dizer que João ficou reprovado em matemática por ter tirado zero em português. Ora! Será que o senhor Morgenstern ao menos domina algum instrumento musical para falar de música com tamanha propriedade? Ou será que ele é só mais um papagaio de pirata que acha que entende de música??? Será que ele conseguiria provar na prática a risibilidade de Imagine por meio de um instrumento musical? Ou será que ele é só mais um falastrão bostejador com um ego inflado por ignorantes que puxam o seu saco??? Posso apostar com o leitor que Morgenstern não toca sequer caixinha de fósforo em rodas de pagode!!! (Lanço aqui um desafio de violões entre mim e ele).

Mas, de tudo o que foi dito até agora, entre mentiras e verdades, nada suscitou maior perplexidade de minha parte do que a infeliz e trágica comparação dos Beatles com Iron Maiden. PQP! Que cagalhada épica, Sir. Flávio Morgenstern!!!

A partir desse momento o texto dele não passa de um emaranhado de proselitismos baratos e recheados de sofismas que apenas corroboram para demonstrar o quanto ele odeia uma banda e lambe o traseiro da outra. Morgenstern tem a cara dura de pegar duas bandas historicamente importantes dentro de seus respectivos gêneros musicais e comparar coisas das quais não têm a menor relação entre elas! Meu Deus do céu!!! Desde quando Iron Maiden é uma banda conservadora, Morgenstern??? Puta que pariu!!! Eu poderia citar inúmeras músicas do Iron com conteúdo antirreligioso, satanista, ateísta, anarquista, libertário… qualquer merda que seja, menos conservador!!! A sua comparação infeliz apenas mostra que você não entende absolutamente nada de música – e agora estou na dúvida se realmente entende alguma coisa de política e filosofia – e avalia as suas preferências pessoais com base em preconceitos dos quais certamente se negaria a admitir.

Falta notar que tudo o que é bom na terra de Sua Majestade era rejeitado pelos Beatles: monarquia, bons modos, civilidade aristocrática, gentileza tradicionalista dos gentlemen, o individualismo que permite a noção de fronteira da cultura anglo-saxã.

Flávio, tu tá de sacanagem, né!!! Seu piadista!!! kkkkkkkkk… Os Beatles foram condecorados como Membros do Império Britânico pela própria Rainha Elizabeth num período em que o conservadorismo imperava até mesmo nos meios mais progressistas da sociedade, seu fanfarrão!!! Quando que uma banda com todos essas atributos pejorativos que você citou ganharia tamanha honraria em plenos anos 60??? PQP!!! Que decepção, cara!!!

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Sobre a propriedade privada e o capitalismo malvadão que você diz que os Beatles rechaçavam (e eu não encontro isso em letra alguma da banda, a não ser em Taxman, que foi uma crítica feita por George Harrison depois de ter descoberto por acaso que estava no grupo do “imposto complementar britânico”), mas que ao mesmo tempo se beneficiavam deles, eu acho que não eram os Beatles que tinham um Boeing 747-400 particular e cantavam sobre as desigualdades e injustiças sociais do planeta!

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Sim, caro Morgenstern, é possível que talvez agora, depois de velho, Bruce Dickinson tenha se tornado conservador, e isso certamente se evidenciou por causa das suas recentes declarações acerca do Brexit. Mas eu lhe asseguro que isso é coisa de velho! Paul McCartney, por exemplo, era viciado em LSD nos anos 60 e hoje é um vegano militante chato pra cacete. Que coisa, né!

Estes sim (Iron Maiden) sabem colocar Shakespeare, G. K. Chesterton, Samuel Taylor Coleridge, Gaston Leroux, Edgar Allan Poe, Frank Herbert, William Golding, Alfred Tennyson, John Wyndham e até um Aldous Huxley em suas letras…

Pronto, essa é a parte em que Morgenstern valida todo o seu cagalhaço filosófico em forma de texto citando um monte de cara fodão que você nunca ouviu falar na vida! Devo ser honesto e admitir que eu não posso refutar essa parte porque conheço muito pouco sobre o Iron Maiden. Contudo, a julgar pelo simples fato de que Renato Russo, por exemplo, também se inspirava em “caras fodões” quando escrevia suas letras, por mera dedução é naturalmente razoável concordar que grandes coisas eu também não posso esperar das letras do Iron. Ora! Lennon também cita Edgar Allan Poe em I am the walrus, e daí??? Ãh? Iron Maiden cita Chesterton? Só se for para criticá-lo, né, brother! Iron está muito mais para Nietzsche, Schopenhauer e o satanista Aleister Crowley (uma de suas maiores inspirações) do que para Chesterton, meu chapa! Sem contar que, pelo pouco que já ouvi da banda, são letras que fazem com que as músicas mais ofensivas dos Beatles pareçam canções de ninar para bebês de zero a dois anos de idade.

Agora repare nas letras abaixo e me diga quem as compôs (ganhará um doce se acertar):

Letra 1)Ai de vós, ó terra e mar/ Pois o demônio envia a besta com ódio/ Porque ele sabe que o tempo é curto/O ritual começou, o trabalho do satanás está feito/ 666, o número da besta/ Está havendo sacrifício esta noite

Letra 2)Você diz que você quer uma revolução / Bem, você sabe / Todos nós queremos mudar o mundo / Mas quando você fala em destruição / Não conte comigo / Você diz que mudará a constituição / Bem, você sabe / Todos nós queremos mudar a sua cabeça / Mas se você andar com fotos do Presidente Mao (Tse Tung) / Saiba que não vai convencer a ninguém.

Caro leitor, não vou colocar na balança as qualidades musicais do Iron Maiden com relação aos Beatles em termos de produção, harmonia, arranjo, composição, melodia, técnica e etc. São duas situações absolutamente diferentes, épocas diferentes, estilos diferentes, públicos diferentes e tantas outras coisas que não possuem a menor relação. Logo, tentar comparar qualquer coisa entre as duas bandas é tentar promover uma discussão idiota a fim de exaltar uma banda em detrimento da outra. Bom, apesar de não ser um grande apreciador de Iron Maiden, a minha opinião não faz deles aquilo que eu penso. Não é porque a banda prega o ateísmo, ocultismo, satanismo, desobediência, anarquia e tantas outras coisas ANTICONSERVADORAS que eu vou dizer que a banda é um lixo só para atacar meus oponentes ideológicos. Acima de tudo, eu compreendo e respeito a importância que os caras têm no cenário musical e os parabenizo especialmente pelo mérito de conquistarem uma vasta legião de fãs ao redor do mundo, isso por si só já é digno dos mais sinceros aplausos e não de críticas pueris raivosas. Ademais, fazer textão na internet pra falar mal da banda só porque ela vai de encontro às minhas preferências político-ideológicas, além de ser uma grande perda de tempo, é também extremamente grosseiro e ofensivo para com aqueles que nutrem alguma admiração pela banda. Acho que o Sr. Morgenstern, na condição de candidato a formador de opinião, deveria ter o mesmo respeito para com os outros. Por fim, mas não menos importante, não acho que aqueles que curtem Iron Maiden sejam malditos e desgraçados – assim como são idiotas os fãs dos Beatles na interpretação preconceituosa de Morgenstern. Haja vista, de tudo aquilo que ele acha ter aprendido em suas intermináveis horas de leitura e aprendizado, talvez o bom senso seja o que mais está lhe fazendo falta agora!

All you need is love, Morgenstern!!!

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31 comentários sobre “A cagalhada épica de Flavio Morgenstern!

  1. Os besouros do velho mundo até têm alguns pontos de intersecção com o Iron Maiden, o fato de serem compatrícios e pertencerem à cultura pop(pop arts dos anos 60). Esse proselitismo do citado autor em estigmatizar os Beatles foi o tiro no pé,segundo se infere do seu texto (pizza), acho que ele confundiu o rótulo de agressivo e contestador que o rock tem e se esqueceu do teor de marketing envolvido no show business. Tá certo que todo enredo precisa ter um certo antagonismo ‘o bem contra o mal’ mas, fazer uso de dois expoentes apenas simbolicamente próximos para ilustrar seu ponto de vista……veja! proximidade em termos de simbolismo,pois se adentrarmos na estética sonora e estilo musical, com certeza não poderemos chegar a um consenso que dê a ‘vitória’ para um ou para o outro…gosto é subjetividade pura e jamais poderá ser unânime se não deixa de ser um ato de cognição apurada e vira burrice (parafraseando Nelson Rodrigues) porém, os Beatles são daqueles casos em que o senso comum artístico é a exceção,uma sumidade. Também foi muito feliz tua observação sobre os autores citado e,convenhamos: parece que enquanto uma banda se apegava a William Burroughs, a outra a Aleister Crowley…. Na verdade eu acho que o autor ,de nome difícil , confundiu Sex Pistols com Sexy Beatles e inverteu as propostas temáticas de cada banda kkk…e com certeza, se ele se referiu assim: sem respeito e isenção de opinião para com os reis do iê iê, iê, ele só pode ser uma FÃ assumida da dama de ferro. E só acrescentando que,apesar de eu gostar de um som mais pesado,vejo o Judas Priest , musicalmente falando, mais relevante e influenciador do que o Iron…isso sem precisar citar o Black Sabbath que é o precursor do Heavy Metal….
    Enfim,não li nenhuma obra do supracitado autor,porém, concordo com tua análise,impecável e rica de argumentos embasados, pois tendo como referência o teu trabalho no Pizza, isso já é garantia de qualidade intelectual,lucidez e sapiência.

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  2. Vale lembrar que Morgenstern é um pseudonimo digno daqueles ressentidos prepotentes que se acham fodas enquanto o resto zoa… O nome do cara é Flávio AZAMBUJA MARTINS…

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    1. O Morgenstern é o mauricinho mimado da rua que quando é contrariado leva a bola embora pra ninguém jogar bola. Riquinho e boyzinho mas tem a cara de pau de dizer que é de família de classe média baixa. É um burguês ele.

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    2. O Morgenster vai sempre para a Virgínia pagar boquete pro “mestre” dele, o professor Orvalho de Cavalho, digo Olavo de Carvalho. É um cheira rola daquele embusteiro.

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  3. Você critica o Flavio Morgenstern por citar autores que você não conhece e fala que a culpa disso é dele, depois critica que ele faça uma analise de todos os fãs dos Beatles através de um dado (o que seria realmente muito infeliz, mas no texto não foi feito com esse mérito), mas aí você cai na sua propria critica ao generalizar quem lê Morgenstern falando que cita autores que os leitores nao conhecem… enfim, quando apontar um dedo para outra pessoa, lembre-se que outros 3 estarão apontando pra você

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  4. O Flávio Morgenstern não passa de um puxa-saco do Olavo de Carvalho, o maior charlatão da face da terra. Tudo que aquele velho peidão fala ele abraça como se fosse uma verdade inquestionável. Só um idiota para acreditar na falácia da meritocracia, tão defendida pelas Olavetes e pelo burguês mauricinho Rodrigo Bonstantino.

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  5. O Morgernstern é aquele típico “intelectual” arrogantão que se acha o pica das galáxias e odeia quando alguém o questiona. Muito babaca e muito prepotente. E realmente, não é porque uma banda aborda temas satanistas ou ocultistas que agora eu vou deixar de curtir o som dela. Só na cabeça do Morgenstern que o Iron Maiden é uma banda “conservadora”. Isso é tão desonesto quanto dizer que o livro “1984” do George Orwell é uma “crítica ao comunismo” como acreditam as Olavetes. “1984” é uma crítica ao capitalismo. Olavetes são zumbis, repetem todas as asneiras que seu “mestre” diz. Olavo de Carvalho é o maior idiota que existe.

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  6. Morgenstern aprendeu tudo com seu “mestre’ Orvalho de Cavalo, aquele velho ridículo que não tira a bunda gorda dele da cadeira nem pra ir no banheiro. Deve usar fraldão geriátrico aquela desgraça. Ele fala que Iron Maiden é conservador e deve ter tonto que acredita. É tão absurdo quanto dizer que o nazismo era de “esquerda” e que o capitalismo liberal ‘oferece oportunidades para todos”.

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  7. O Iron Maiden é tão “conservador” que os religiosos conservadores ficaram assustados e revoltados quando estouraram. Enquanto os Beatles mesmo nos anos 60, eram considerados pelos mais radicais como “certinhos” e “comportados”.

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  8. O coxinha puxa-saco do astrólogo embusteiro da Virgínia Olavo de Carvalho diz que Iron Maiden é uma banda “conservadora”. Tão “conservadora” que seus fãs em sua maioria são comunistas radicais e ateus anticristãos. Só um coxinha idiota pra falar asneiras. Flávio Morgenstern paga boquete pro Orvalho de Cavalo.

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  9. O Flávio Morgenstern é muito arrogante e escroto. Ele se acha o maior intelectual do mundo e ainda vem com aquele jeito ridículo dele falar, parecendo que tem uma melancia enfiada no rabo dele. O típico direitista coxinha.

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  10. Seria bom se o autor desse artigo largasse a mão de ser coxinha e reacionário. No geral o texto está muito bom, parabéns! Desmascarou esse impostor do Morgenstern almofadinha chupa pica do profexô Orvalho de Cavalo.

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  11. O Morgenstern é o olavete que mais puxa o saco daquele velho babão do Olavo. Ele já foi diversas vezes na casa do imbecil lá na Virgínia cheirar a rola dele. Já até pagou boquete para o professor. Coxinha otário! kkkkkkkkkk

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  12. O Morgenstern é um almofadinha metido e arrogante. Ele se acha o intelectual da direita. É tão mau-caráter e desonesto que calcou nos Ramones a imagem de “banda de direita conservadora” sendo que o único integrante da banda de fato de direita era o Johnny. E ele encasquetou que uma música que o Dee Dee compôs é uma “defesa ao individualismo e à direita”. Nada a ver, Main Man dos Ramones não tem nada a ver com direita, não tem conotação política a música. É um arrombado esse coxa do Morgenstern. E ainda fala que nazismo era “de esquerda”. Queria ver o Luís Boça da direita falar na cara de um nazi que o nazismo era de direita. O cara iria apanhar muito e seria bem feito, para deixar de ser analfabeto político. Bobão!

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  13. O Morgenstern é um almofadinha metido e arrogante. Ele se acha o intelectual da direita. É tão mau-caráter e desonesto que calcou nos Ramones a imagem de “banda de direita conservadora” sendo que o único integrante da banda de fato de direita era o Johnny. E ele encasquetou que uma música que o Dee Dee compôs é uma “defesa ao individualismo e à direita”. Nada a ver, Main Man dos Ramones não tem nada a ver com direita, não tem conotação política a música. É um arrombado esse coxa do Morgenstern. E ainda fala que nazismo era “de esquerda”. Queria ver o Luís Boça da direita falar na cara de um nazi que o nazismo era de esquerda como ele e aquele velho ridículo do filho da puta do Olavo afirmam. O cara iria apanhar muito e seria bem feito, para deixar de ser analfabeto político. Bobão! Morgenstern otário, imbecil!

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  14. Esse coxa do Morgenstern fala gaguejando o tempo todo, muito mongol. Bem bobão e metido. É aquele típico arrombado de nariz empinado que se acha mais importante do que os outros. Esses coxas merecem levar muita, mas muita porrada para aprenderem a respeitar as pessoas.

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  15. O Olavo de Carvalho, o guru esiritual do almofadinha Flávio Morgenstern é um velho senil, brocha e usa fraldão geriátrico. E segundo dizem, gosta de enfiar objetos fálicos em seu furico todo arregaçado e cheio de hemorróidas.

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  16. Quando vocês estiverem se sentindo uns bostas, assistam a esse vídeo ridículo do bobalhão mongol e ridículo do Nando Moura, o maior puxa saco do Orvalho de Cavalo. Cara, como essa direita brasileira é idiota e patética. O Olavo só faz esses imbecis passarem vergonha com tanta paranóia anticomunista e desinformação.
    https://www.youtube.com/watch?v=tw8nXu8OY_w Foda-se o Malakoi do Hebraico. Estou falando de você Nando Moura seu otário! BOBÃO!!

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  17. Esse babaca do Morgenstern na verdade Flávio Azambuja Martins será o substituto do velho gagá e geriátrico do astrólogo Olavo de Carvalho quando esse for se sentar no colo do capeta. O astrólogo senil já ensinou tudo para ele sobre técnica de manipulação, textos cheios de sofismas. O velho pode morrer em paz.

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  18. O Flávio Azambuja Martins vulgo Flávio Morgenstern não passa de um sujeito extremamente arrogante, prepotente e convencido. Não se pode esperar outra coisa de um babaca que tem como ídolo o astrólogo geriátrico, senil e psicopata Olavo de Carvalho.

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  19. O Morgenstern fuma até a mesma marca de cigarros que o astrólogo brocha. Quando estiver velhinho vai querer usar a mesma marca de fralda geriátrica que o astrólogo usa. E dizem que é verdade mesmo, que o astrólogo além de sofrer de incontinência urinária também se caga à toa com facilidade. Vai ver que foi devido aos anos e anos de abuso enfiando pênis de borracha no furico.

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  20. O Morgenstern digo Flávio Azambuja Martins tem sonhos eróticos com o astrólogo geriátrico. Ele adora visitar o velho senil na Virgínia pra ir cheirar a piroca murcha daquele idiota do Olavo.

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  21. O Azambunda digo Azambuja vive dia e noite pendurado no saco escrotal do velho gagá do Olavo de Carvalho o astrólogo vigarista que enganou a todos os nazi coxinhas se passando por filósofo. Capaz que se tirar um raio x das bolas daquele velho idiota vai aparecer a boca do Morgenstern grudada ali. Morgenstern otário!

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