Brasil, um país muçulmano (graças ao ativismo ideológico).

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Não é novidade para muitos que a nossa civilização está em colapso absoluto. A economia está descarrilada e a soberania dos países ocidentais fragilizada. Na mesma medida em que conseguimos progredir neste último século em quase todas as áreas do conhecimento humano fomos também alvejados pela contracultura marxista e pelos incríveis e ininterruptos esforços de mecanismos ideológicos que, por vias políticas, se lançaram em fins específicos para a desconstrução de tudo o que se alcançou até aqui, especialmente no campo moral. O resultado disso culminou na maior de todas as inversões de valores, conceitos e percepção da realidade do último século.

Para mim não restam dúvidas de que o mundo ocidental atingiu o mais alto nível de insanidade coletiva, tendendo a piorar à medida que mais objetivos de cunho ideológico sejam alcançados. Curiosamente, todo esse caos e desordem, além de precisamente cadenciados, parecem ainda obedecer a uma programação lógica e precisa, como se cada evento chocante fizesse parte de uma sequência previamente programada para acontecer no seu devido momento. E eu não falo aqui de eventos que farão parte de um contexto histórico futuro puro e simples, mas sim de algo que está muito além daquilo que os olhos ofuscados pelas lutas de classes conseguem enxergar.

A cultura de qualquer civilização diminui à medida que a sua população também diminui. A taxa de natalidade europeia, por exemplo, está em declínio desde a década de sessenta, ao que tudo indica, motivado pelas conquistas alcançadas pelas mulheres que se lançaram no mercado de trabalho nas últimas décadas. Ademais, o aborto também contribuiu significativamente para esse fenômeno, assim como o reconhecimento da união estável homossexual, transexualização assistida e disseminação da ideologia de gênero na esfera educacional, resultando assim na diminuição da taxa de natalidade europeia a 1,5 filho por mulher, ao passo que para a população de origem muçulmana essa taxa está em 8,1 filho por mulher. Logo, a população ocidental diminui drasticamente à medida que a muçulmana cresce exponencialmente.

A Europa, berço da Civilização Ocidental, está sendo tomada pela onda imigratória e inevitavelmente se tornará um continente de maioria esmagadora muçulmana nos próximos vinte anos e nós, brasileiros, seremos diretamente afetados por isso, não exatamente por causa da religião islâmica que, cabe ressaltar, já tem suas sementes plantadas em solo nacional e cresce silenciosamente entre nós, mas pelo estado moribundo que se encontrará a nossa cultura de raiz católica, sobretudo violentada pelas gerações de filhos rebeldes que a rejeitaram como bússola moral. Por essa razão, é mais do que estratégico e necessário que os agentes operadores de lutas de classes preparem hoje o terreno para o próximo estágio de implantação de uma nova cultura – a saber, a Cultura Árabe. Todavia, engana-se absolutamente o inocente útil que pensa estar militando em nome de alguma causa social maior, sobretudo por direitos elementares. Não! Vocês estão apenas preparando o terreno para a instauração de uma teocracia muçulmana em pleno território nacional! (veja informação adicional).

Possivelmente, os atores que hoje compõem a horda de idiotas úteis e delinquentes que são encantados como ratos pelo doce som da flauta mágica marxista, sobretudo pela sua paixão pelo hedonismo e sua fraqueza humana de fazer dos seus prazeres sexuais a razão de sua existência, não estarão mais aqui para testemunharem com os próprios olhos a desgraça que fizeram deste lugar ao contribuírem diretamente pela extinção do modelo familiar monogâmico nuclear. Contudo, sua posteridade terá como legado, evidentemente, não um mundo colorido, com total liberdade e direitos – como assim esperam –, mas sim um mundo onde tiranos teocratas controlarão até mesmo os corações e mentes de seus indivíduos.

O mundo hoje é governado por uma tríade maligna praticamente indestrutível: ONU, UNIÃO EUROPEIA e CALIFADO ÁRABE. Por mais absurdo e conspiratório que pareça, não custa lembrar que os caixões da FEMA, por exemplo, são indícios perturbadores de que pelo menos ¼ da população mundial poderá ser dizimada por um possível genocídio em massa sem precedentes na história da humanidade, fazendo com que o holocausto nazista e o holodomor comunista não passem de pequenos ensaios sobre os limites da crueldade humana.

Quanto a você, que milita pelo fim do modelo patriarcal opressor, o islã agradece!!!

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3 comentários sobre “Brasil, um país muçulmano (graças ao ativismo ideológico).

  1. Deviam controlar imigração de muçulmanos de forma rígida. A Europa e os EUA com os democratas estão cometendo um grande erro… vai dar muita besteira ainda, essa cultura islâmica não é compatível com o ocidente. A forma como eles veem quem não é muçulmano ou as mulheres é absurda, além disso, o próprio livro sagrado deles os ensina a mentir para proteger o Islã. Agora eles estão relativamente na deles, mas eu tenho certeza que não hesitariam em fazer um novo holocausto.

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